Posted by Andrey Pedro on set 24, 2009 in
TOC
Impulsionado pelo Diretor e Responsável pela “Fábrica de Software” Alexsandro, a BaseTI está implantando a filosofia TOC, que para quem ainda não conhece:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_das_restrições
Inicialmente está sendo implantado na Fábrica de Software e já está em planejamento para área comercial e demais áreas. A TOC ficou muito conhecida no mundo todo através de algumas obras do Dr. Goldratt, uma delas foi o livro “A Meta”, muito famoso entre os grandes empreendedores.
Na BaseTI a idéia é otimizar os projetos e diminuir o custo e prazo de entrega, repassando esse ganho para nossos clientes, dessa maneira obtemos um grande diferencial de outras empresas do mesmo segmento. Também para nos auxiliar junto com nossa ferramenta e filosofia do CRM, diminuindo o tempo de atendimento a nossos clientes.
Posted by Andrey Pedro on set 21, 2009 in
CRM
O texto abaixo foi encontrado no site Clube do Pai Rico. Muito interessante!
É um depoimento de um cliente de uma operadora de telefonia móvel que (PRA VARIAR) ficou insatisfeito com atendimento.
(…)
Era cliente TIM desde 2000, sempre com conta pós, portanto um cliente “especial” ( tendo em vista que a grande maioria é de pré ). Neste período tive apenas 3 aparelhos celulares comprado com eles, todos modelos simples, aproveitando o bônus dado pela operadora, mas sempre completando o valor, pois o bônus era pequeno.
Pois bem, o último aparelho que “peguei” com a TIM foi pego em 2004, portanto faziam 5 anos que não usava o crédito para troca de aparelho. ( Imaginam como devia estar o aparelho ? Portanto estava na hora de troca-lo )
Entrei em contato com a TIM para ver qual o valor que tinha acumulado nestes 5 anos, imaginei que teria um bom valor, afinal tinha uma conta que pagava mais de R$ 160 mensais. E você sabe de quanto era meu crédito para troca de aparelho ? R$ 175 ! Sim, cinco anos sem trocar aparelho, uma conta que tinha mensalidade superior a R$ 160 me gerou “incríveis” R$ 175 de crédito. Legal não ?
Fiquei “bem feliz” e fui em outras operadoras para ver quais as vantagens oferecidas. Fui em todas: VIVO, Claro, Oi … As que fizeram as melhores ofertas foram VIVO e Claro, mas a melhor foi a VIVO, oferecia o melhor desconto na compra do aparelho e também o melhor custo/benefício no plano.
Entrei em contato, novamente, com a TIM, solicitando um maior desconto para a compra do aparelho. Falaram que não podiam fazer nada. Argumentei que era cliente desde 2000, não podiam fazer nada. Falei que meu último aparelho fora comprado a pelo menos 5 anos, portanto faziam 5 anos que não usava o bônus, não podiam fazer nada. Como última tentativa falei:
Perfeito, então estou indo para a concorrência, pois lá me ofereceram tais e tais vantagens.
E o que foi que falaram ? Desculpe Sr. mas não podemos fazer nada.
(…)
Veja o texto completo em:
http://www.clubedopairico.com.br/trate-o-cliente-como-ele-merece/2478
Posted by Andrey Pedro on set 18, 2009 in
CRM
Toshiro queria aumentar as vendas da mercearia e deixar o freguês contente. Como o pessoal gostava de comprar fiado, encomendou umas cadernetas, carimbando nas capas a sigla: “CRM - Caderneta de Registro Mensal”. Era nelas que controlava as contas dos fregueses. Logo a CRM ficou popular no bairro. “Anota aí na CRM dois quilos de tomate para a patroa”, ordenava a Benedita. “Minha mãe mandou perguntar quanto vai pagar de CRM este mês”, chegava o recado na boca da Silvinha.
Mas a caderneta não servia apenas para cobrar os fregueses. Era a sua bola de cristal. Naquelas linhas o japonês enxergava muito mais do que o total a receber no final do mês. Ele identificava ciclos de comportamento do freguês, suas preferências, a associação dos produtos adquiridos e muitas outras coisas. Até a data de aniversário e idade das crianças ele sabia, pelo número da velinha comprada na véspera.
Só de olhar na caderneta Toshiro sabia quando oferecer novidades para o freguês. A data escolhida para pagar era a mesma em que a freguesa estava com a carteira mais cheia. E aberta a sugestões. Identificar preferências e associações de produtos também ajudava a vender. A freguesa levava sempre banana e aveia? Toshiro criava pacotes promocionais com um terceiro produto em promoção. Um vidro de mel ou uma lata de farinha láctea, para criar novos hábitos na família. E diminuir o estoque.
A freguesa comprava sempre tomate? Dá-lhe campanha promovendo o macarrão e o queijo ralado. Fazia tempo que não levava azeite? Era só lembrá-la de que o azeite sempre acaba na hora da salada. A última compra foi há muito tempo? O Toshiro ligava avisando que a laranja estava em promoção. E o freguês ia lá buscar, só porque o Toshiro se preocupou em ligar.
Até o Pepe, do açougue ao lado, criou sua própria caderneta CRM para acompanhar as preferências da freguesia. Logo Toshiro e Pepe trocavam informações de suas CRMs, para ganho mútuo. E o Manoel da padaria acabou aderindo ao sistema. Seguido pelo Alcebíades do boteco. Cada um passou a ser um agente de uma pequena rede de troca de informações.
O Toshiro vendeu carvão e sal grosso para o doutor Januário? O Pepe era logo avisado e ia preparando a carne que o doutor gostava. O Manoel aumentava a receita do pão. E o Alcebíades colocava mais cerveja para gelar. Cada comerciante sabia prever a próxima compra, para fazer a próxima oferta e exceder a expectativa do freguês. Todos prosperavam. Os fregueses estavam contentes.
Isso até o filho do Toshiro voltar da capital. Da faculdade, com diploma e tudo, e virar consultor do pai, enquanto não encontrava emprego. Achou a caderneta antiquada. Vendas, só à vista. Se o freguês quisesse parcelar, que fosse pelo cartão. O açougue? A padaria? O boteco? Eram concorrentes. Será que seu pai não percebeu que eles também vendiam caixas de fósforos? Nada de dividir com a concorrência. Cada um que cuidasse de seu próprio negócio. Ou a mercearia iria perder a freguesia.
E foi o que aconteceu. O que o filho logo interpretou como falta de investimento em propaganda. A solução foi vender a Kombi de entregas e comprar espaço no jornal e no rádio. Sobrou algum para um outdoor e uma tarde de palhaço com microfone na porta da mercearia. Sem Kombi para entregar, o jeito era cada freguês carregar sua própria compra. Ou comprar menos, para o braço não esticar na caminhada.
Toshiro sentia saudades do modo antigo. Da amizade com os clientes, do conhecimento de seus hábitos. Do lucro. Um dia uma propaganda no jornal chamou sua atenção. “CRM - Conheça os Hábitos de Seus Clientes”. Parecia a sigla das cadernetas, só que era em inglês. “Customer Relationship Management”. Será que poderia ajudar a mercearia? O filho descartou logo a idéia. Aquilo era coisa para empresa grande. Não servia para mercearia. Era complicado demais para Toshiro entender.
Posted by Andrey Pedro on set 6, 2009 in
CRM,
Cases
Invicta Representações que está começando suas atividades em Joinville / SC já inicia com toda força, e para essa tarefa contará com o BaseCRM para qualificar e diferenciar o atendimento.
Parabéns Invicta!